É O JUDEU (e não o não-judeu) QUEM DEFINE O QUE É JUDEU E QUEM É JUDEU.

É O JUDEU (e não o não-judeu) QUEM DEFINE O QUE É JUDEU E QUEM É JUDEU.
OS JUDEUS SÃO OS QUE SABEM QUEM É JUDEU E QUEM NÃO O É.
É O JUDEU (e não o não-judeu) QUEM DEFINE O QUE É JUDEU E QUEM É JUDEU.

http://www.pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/1216626/jewish/Quem-Judeu.htm


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[Blog (todo) revisado em 17/10/13.]

"[Em breve,] toda a Terra estará repleta do conhecimento de HASHEM, assim como as águas cobrem o mar."
- Ieshaiáhu (Livro Judaico do Profeta Judeu Isaías) 11:9

A vida é um aprendizado para todos, sem exceção, sempre, e para sempre. E se aprende ou pelo amor ou pela dor.
- O Blog

"O judaísmo identifica-se como um ato de D-us na história da humanidade."
- Herman Wouk

"Os 10 Mandamentos foram uma revelação única na história da humanidade. [Ela foi] ouvida por todo o povo judeu (aproximadamente 3 milhões de pessoas) aos pés do Monte Sinai ... . Israel é o povo que revela a vontade de D-us. Tem por tarefa e objetivo ser o coração da humanidade, uma fonte de vida espiritual para os outros povos."
- Raphael Shammaho

"Feliz é a nação cujo D-us é HASHEM, o povo que 'ELE' escolheu para Sua propriedade. Pois D-us escolheu Yaacov para SI, Israel como Seu tesouro. Feliz é o povo cujo D-us é HASHEM."
- Tehilim (Livro Judaico dos Salmos) 33:12; 135:4; 144:15

"Envia Tua luz e Tua verdade, que elas me conduzam; elas me trarão ao monte do Teu Santuário [o Judaísmo] e às Tuas moradas [os judeus]. Então ... eu Te louvarei ..., ó D-us, meu D-us!"
- Tehilim (Livro Judaico dos Salmos) 43:3, 4

domingo, 16 de agosto de 2015

Tania 11

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Desfrutem dos ensinamentos do Chabad, por meio do Tania, em vídeos animados bem curtinhos.

VIDEO 11.

B"H.

Mashiach já.

Tania 10

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Tania 9

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Tania 8

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Tania 7

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Tania 6

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Tania 5

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Tania 4

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Tania 3

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Tania 2

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Tania 1

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sábado, 15 de agosto de 2015

SER JUDEU, UMA QUESTÃO DE FÉ

BS"D

SER JUDEU, UMA QUESTÃO DE FÉ

Qual é a forma correta de se referir ao aparecimento de dúvidas na fé? Há quem sustenta que esta classe de dúvidas é um fenômeno natural entre pessoas que possuem uma independência de pensamento e que isto testemunha uma luta autêntica com os temas relacionados com a fé. O chassidismo opina que as dúvidas de fé são completamente negativas. Como pode aparecer na mente do judeu duvidar sobre isto, mesmo um instante, sobre a existência do Criador e a autenticidade da Torá? Acaso podemos estar de acordo com o fato de que dentro do coração do judeu existem, ainda que seja ocultamente, pensamentos de negação? Como eliminamos estas dúvidas? Aparentemente, a solução é conseguir explicações e respostas que neguem essas dúvidas e confirmem a fé. A verdade é que desta forma não existe nenhuma certeza de que as dúvidas desapareçam. A mente, por natureza, não é definitiva nem absoluta. A objeção mais esmagadora deixa sempre uma pequena rachadura para a opinião oposta. A mente pode objetar que existe uma possibilidade maior de que a verdade seja como um dos lados. A mente não pode anular completamente a segunda possibilidade, consequentemente não possue sequer a força para eliminar as dúvidas.
Os ensinamentos do chassidismo ensinam que as dúvidas na fé são como seu nome o diz, debilitamento da fé. Quando a fé é forte e poderosa, aflora na alma com força e poder, não subsiste nenhuma dúvida. As dúvidas se formam quando a fé é débil, tênue, muito abstrata. Sobre um terreno assim crescem dúvidas. O problema não é do intelecto, mas do poder da fé. As dúvidas ensinam sobre o debilitamento da fé, e o fortalecimento da fé provocará automaticamente o desaparecimento das dúvidas. Certo chassid se queixou frente ao ‘Tzemach Tzedek’, terceiro Rebe do Chabad, que lhe caem dúvidas na fé. Perguntou-lhe o Rebe: “E que te importa?" Gritou o chassid: "Rebe! Eu sou judeu!" Disse-lhe o Rebe: “Então está bem”... E também se conta que um judeu chegou ao ‘Tzemach Tzedek’ e se queixou que tem dúvidas de fé. Perguntou-lhe o Rebe: “Tu tens medo do Zar?” Respondeu-lhe o homem: “Sim”. Perguntou-lhe novamente: “Acaso viste alguma vez o Zar?” Disse-lhe o homem: “Não, nunca o vi”. Perguntou o Rebe: “Então, por que lhe temes, qual é a prova que ele existe?” Disse-lhe o homem: “Meu irmão me contou que o viu uma vez”. Complementando, o Rebe perguntou: “Também a mim me crês?” Respondeu o judeu: “Claro”. Disse o Rebe: “Então”...
Estas histórias cristalizam a forma de tratamento do chassidismo sobre os aparecimentos de dúvidas. Ocupar-se menos em explicações filosóficas, e mais em fortalecer a simples fé. E como fortalecemos a fé? Por meio da Torá; e mais exatamente – por meio da parte interna da Torá, o Chassídico. A Torá é a sabedoria do Santo Bendito Seja. É o alimento da alma. Quando um judeu estuda Torá corretamente e se apega a Sua Santidade – se fortalecem nele os poderes da alma, e automaticamente se fortalece também a fé.
Embora os ensinamentos do chassidismo se ocupam em muitas questões de fé em Hashem e explicam-nas com muita lógica e ilustração, a verdadeira e interna essência não é o intelecto. É a parte interna da Torá, descobrir a alma de cada coisa. O chassidismo embora invista no intelecto e nós o estudamos de forma tal que possa ser entendido por nossa mente, a mente não é senão uma forma de expressão do chassidismo e não é esta a que demarca sua essência. O chassidismo, em essência, é a alma – a alma da Torá.
Milhares de judeus que tinham dúvidas de fé sentiram imediatamente a força do chassidismo. Revelaram que, depois de um tempo de estudo dos ensinamentos do chassidismo, as dúvidas se derreteram; elas simplesmente desapareceram. Não só porque o chassidismo lhes proveu respostas intelectuais às dúvidas (e também o chassidismo
faz isto com muito êxito), mas essencialmente porque este fortaleceu sua alma e sua fé e automaticamente não subsistia outro lugar para as dúvidas. Esta é a força maravilhosa dos ensinamentos do Baal Shem Tov, que elimina as dúvidas e ilumina a alma. Esta é a preparação para os tempos que estamos por começar a viver donde todos verão a Divinidade ante seus olhos e então desaparecerão todas as dúvidas.

(VIENEMASHIAJ.)

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já.

Sete mitsvot que unem a humanidade




BS"D

Sete mitsvot que unem a humanidade

Nos Estados Unidos, Japão, Filipinas, Grã Bretanha, França, Turquia e ainda em mais países no mundo, o tema vai tomando impulso. A humanidade descobre mais e mais este quadro de fé, que está de acordo com toda a Criação. A consequência é que o número de pessoas que aceitam como base de suas vidas os 7 preceitos universais de Noé vai aumentando. Há que se indicar que, embora estes mandamentos sejam denominados de "Noé", 6 destes 7 foram entregues a Adam, o primeiro homem, mais de 1600 anos antes de Noé. As 6 mitsvot que recebeu Adam no dia de sua Criação estando no Gan Eden são as seguintes:

1. Avodah Zarah עֲבוֹדָה זָרָה
Proibição de idolatria;

2. ‘Birchat’ (Kilelas) HaShem בִּרְכַּת הַשֵׁם
Proibição de maldizer o nome de D'us;

3. Shefichat Damim שְׁפִיכוּת דָּמִים
Proibição de derramamento de sangue (Assassinato);

4. Gilui Arayot גִּלּוּי עֲרָיוֹת
Proibição de relações sexuais indevidas;

5. Gezel גָּזֵל
Proibição de roubo;

6. Dinim דִּינִים
Leis. A obrigação de estabelecer tribunais de leis que velem pela justiça e mantenham tanto a retidão como a moralidade humanas em conformidade com as Sete Leis Universais.

Estas leis foram ordenadas a Adam, o primeiro homem. A degradação da humanidade a que se chegou na época de Noé, trouxe o dilúvio e o extermínio quase total da população mundial. De novo surgiu a necessidade de transmitir e esclarecer aos "filhos de Noé" - a nova humanidade que sobreviveu ao dilúvio - a importância deste quadro de mitsvot, entregue ao homem pelo Criador bendito Seja. Agora se agrega a Noé uma mitsvá adicional, a sétima mitsvá, chamada "Ever Min HaChai אֵבָר מִן הֶחָי" (Proibição de comer um membro de um animal vivo) que inclue a obrigação de ter uma relação apropriada com todos os seres vivos no ambiente humano. É natural pensar que depois do dilúvio a humanidade progrediria intelectualmente e conduziria uma vida baseada nestes 7 mandamentos, mas novos pecados como o da geração da dispersão mundial, quando se construiu a torre de Babel como escudo contra O Criador do mundo, mostraram que estas sete mitsvot ainda não haviam sido atendidas.
Na entrega da Torá no ano hebraico 2448 (1312 antes da era comum), ocorreu uma mudança essencial. Pela primeira vez na história, toda a humanidade escutou O Criador do mundo ordenando as bases do desenvolvimento de uma sociedade. "Quando D'us deu a Torá, nenhum pássaro cantou, nenhuma vaca mugiu, as criaturas não falaram, o mundo se silenciou e surgiu a Voz Divina: "EU SOU D'us, TEU D'us" ", do primeiro mandamento. As 7 mitsvot de Noé se ancoraram nos dez mandamentos. O falar Divino se naturalizou nas 7 mitsvot noachidas como base espiritual de todo homem sobre a face da terra. Simplesmente agora se implantou na alma da Criação de todo homem que está proibido matar, proibido roubar, etc.
A expressão da Halachá - a lei judaica do Shulchan Aruch - desta nova constituição que são as 7 mitsvot noachidas se encontra no livro de leis de Maimônides, o Mishne Torá, dentro das leis de reis do último tomo desta obra: "Ordenou Moisés, nosso mestre, da boca Divina, impor às nações do mundo o cumprimento das 7 mitsvot que foram dadas aos descendentes de Noé". Milhares de anos se passaram desde então, e no decorrer da história não se dava a possibilidade de influenciar os "goim" - as nações - para que aceitassem as 7 mitsvot noachidas, era perigo de vida para um judeu tentá-lo, pois era tomado como uma incitação de conversão de religião.
Sobre o rei Mashiach está dito que ele provocará que toda a humanidade aceite os 7 preceitos de Noé, tal qual enuncia Maimônides: "Corrigirá o mundo para que sirvam a D'us unidos, como diz o versículo, "Então converterei as nações para que invoquem todas o nome de D'us, e O sirvam em união". Vemos este processo totalmente revelado na atualidade com a campanha de 7 mitsvot iniciada pelo Rebe de Lubavitch para transmitir às nações a informação e estimulá-las a seu cumprimento.
Hoje, existem enormes atividades sobre o tema, através de diversas organizações de Chabad Lubavitch no mundo para aproximar os povos à verdade Divina. Nas últimas semanas, dezenas de homens públicos, com cargos governamentais, e líderes religiosos do mundo, incluindo assombrosamente pessoas do mundo islamo-árabe, como beduinos, drusos, etc, firmaram uma ata de reconhecimento das 7 mitsvot, honrando o chamado do Rebe de Lubavitch sobre o tema, como único caminho para a paz verdadeira e a solidificação da vinda do Mashiach.

(VIENEMACHIAJ.)

Traduzido do espanhol por 
"Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já.

BNEI NÔACH E O VEGETARIANISMO

BNEI NÔACH E O VEGETARIANISMO

"Gostaria de saber se os Bnei Noach são vegetarianos"

B"H

Resposta:

Práticas vegetarianas, incluindo as de muitas religiões (inclusive de algumas seitas cristãs fundamentalistas) são geralmente espúrias e, para dizer o mínimo, refletem uma teologia incompleta. Se alguém chegara a pensar que o vegetarianismo reflete (algum tipo de) iluminação, deveria "descer à terra" ao lembrar que os antigos egípcios eram vegetarianos (religiosos) e, de fato, idólatras e moralmente degenerados (ao extremo).
Há quatro razões gerais pelas quais uma pessoa poderia optar pelo vegetarianismo. Se desgosta (do sabor) de carne, ou se sente que comê-la não é saudável (particularmente em nossa época de produtos químicos e hormônios), ou se desconfia da propriedade com que os métodos de abate animal atuais procedem, ela tem todo o direito de ser vegetariana. Mas, se afirma que comer carne é cruel, ou se inutilmente tenta retroceder ao tempo de Adam e Eva no Jardim do Éden, (então) nega a verdade de D'us e põe seu próprio conceito de misericórdia sobre o de D'us. Visto que D'us deu a Noach (Noé) e seus descendentes o direito de comer carne, este direito é Divino.


(Do Chabad Argentino.)

O ABSURDO das “boas novas” do cristianismo (missionarismo) evangélico e sectário

O ABSURDO das “boas novas” do cristianismo (missionarismo) evangélico e sectário.

BS"D

Estas são as supostas "boas novas" que pregam os missionários cristãos evangélicos / messiânicos / netzarim:

1. Seu “deus” não é soberano, já que tem um inimigo chamado Satanás (ou Diabo); um anjo que juntou as suas hostes de demônios, se rebelou e agora é rival de seu “deus”.

No Judaísmo, D'us é O CRIADOR do universo e é SOBERANO em TODOS os sentidos da palavra. D'us não pode ter inimigos nem contrapartes nem segundos (bons ou maus). De outro modo não seria soberano. D'us preenche tudo. ELE é O ÚNICO e O SOBERANO!

É impossível que um anjo possa se rebelar, já que os anjos, arcanjos, querubins e outros seres celestiais não têm vontade, não têm livre arbítrio. Sua natureza não contempla poder decidir ou mudar. O satan, no Judaísmo (e no Tanach,) é um servo de D'us e foi criado para poder conceder ao ser humano a liberdade de escolher entre o bem e o mal.

O satan não pode se rebelar contra D'us. O Satan segue as regras e ordenanças de D'us. A natureza do Satan é comparável com a dos leões ou tigres ou crocodilos, como qualquer outra criatura. Poderão ser perigosos para o ser humano, mas não são inimigos de D'us.

As religiões duais, que tem um deus do bem e um arquiinimigo do mal, são pagãs. O cristianismo adotou do paganismo essa crença falsa.

2. Pecado original ou “caída da humanidade”. O cristianismo, à parte dos disparates sobre o satan, também tem "histórias em quadrinhos” e assevera que o ser humano adquiriu o pecado original e que todos nascemos com uma alma manchada.

No Judaísmo não existe tal coisa. Todo ser humano nasce com uma alma pura, e pura ela há de regressar a Seu Criador.

3. O cristianismo se aferra a um sacrifício de sangue humano para apaziguar a ira de seu “deus” e para poder estar “cool” com esse “deus”, você tem que aceitar ("pela fé", como dizem) esse sacrifício de sangue humano.

"Se o iníquo devolver o penhor que retinha, restituir o que foi roubado e andar segundo os estatutos da vida, não cometendo qualquer iniquidade - certamente há de viver, não morrerá."
Ezequiel 33:15 יחזקאל

Para O Verdadeiro D'us, O Judaico, O de Israel, são uma abominação os sacrifícios humanos. O Tanach é claro quando diz que ninguém pode morrer por outros (Ezequiel 18:20) e que o sangue humano é repugnado por D'us como oferenda. D'us proibe o assassinato. De fato, na Bíblia Judaica nunca se pede um sacrifício cruento para perdoar pecados. Os sacrifícios no Templo de Jerusalém (Beit Hamikdash) eram de sangue animal somente e até podiam ser de farinha ou cereal (Números 29:9). Além do que os sacrifícios nunca perdoavam nem purgavam os pecados, mas eram símbolos do arrependimento prévio.

O Tanach estabelece claramente qual é o processo para o perdão dos pecados:

"Lavai-vos e purificai-vos, extirpai o mal de vossas ações de ante dos Meus olhos e cessai de praticar o mal. Aprendei a fazer o bem, buscai a justiça, trazei alívio aos oprimidos, agi com justiça para com os órfãos, defendei a causa da viúva. Vinde e ponderai junto Comigo - diz o Eterno. - Ainda que vossos pecados sejam rubros como o escarlate, eles se tornarão brancos como a neve. Ainda que sejam como o carmesim, tornar-se-ão alvos como a lã."
Isaías1:16-18 ישעיהוּ 

Ademais…
"Se o iníquo devolver o penhor que retinha, restituir o que foi roubado e andar segundo os estatutos da vida, não cometendo qualquer iniquidade - certamente há de viver, não morrerá. Nenhum dos pecados que houver cometido será recordado contra ele quando fizer o que é justo e correto. Sim! Certamente viverá."
Ezequiel 33:15-16 יחזקאל

Quando o Tanach diz que “nascemos em pecado”, se refere à consequência deste e não que nascemos com uma alma manchada que requer ser “salva” com sangue humano derramado numa cruz ou num pau.

4. O cristianismo evangélico não tem nada de substancial para oferecer. Portanto sua pregação consiste em medos, temores, ameaças ou coerção baseados nos pontos acima mencionados.

Você nunca escutará um cristão evangélico falar de coisas sublimes ou profundas ou edificantes nem sequer inteligentes. O mais próximo do sublime que falará um evangélico ou outro sectário será sobre o amor, mas ainda ele está subordinado a sua pregação de medos. O suposto amor do que falam é que seu “deus” mandou o seu "filho" (ao estilo de deuses pagãos e que resulta ser ele mesmo) para se submeter a um sacrifício de sangue humano, ao estilo pagão, e te "salvar" do terror do fogo do inferno. Tal e como o faziam os seguidores de Moloch, os 
vikings e culturas como a asteca.

Numa pregação evangélica o que predomina é seu Diabo e toda uma série de ridiculices e coisas absurdas. Entre essas coisas absurdas que pregam os missionários cristãos está o seguinte:

· Existe um inferno eterno. Seu “deus” criou esse inferno para seu Diabo, seus demônios e aqueles que não sejam cristãos, preferivelmente evangélicos.

· Você tem que se converter a seu ídolo sacrificado ao estilo pagão ou você irá para esse inferno.

· Seu “deus” é um sequestrador que raptará os que creram em suas loucuras chamadas “boas novas”. Se você não está nesse grupo, ficará para sofrer na terra. Além de tomar um texto de sua bíblia de modo fundamentalista para apoiar este disparate, também tomam muitas outras coisas de modo fundamentalista. Por isso são intolerantes, fanáticos, não suportam que os não-cristãos tenham os mesmos direitos que eles. Detestam qualquer valor moral que não se ajuste ao deles.

· Os missionários cristãos evangélicos têm uma obsessão com o fim do mundo. Desde há pouco mais de 2000 anos, eles têm estado fascinados com esse tema. De tanto em tanto predizem fomes, conspirações dos governos, microfichas obrigatórias, delírios de perseguição, catástrofes, etc etc etc. Predizem e predizem, mas nada se cumpre. Isso não os amedronta. De tanto em tanto voltam a predizer e a esperar a chegada de seu ídolo ensanguentado e a sucessão de toda classe de calamidades. Há os que até anseiam ser os futuros mártires de sua fé idólatra.

Numa pregação evangélica você sempre escutará estas coisas. Os cultos cristãos tendem a ser (no melhor dos casos) aterradores e exóticos, cheios de histerias, gritos, choramingos, "emocionalismos", balbucios que eles chamam de "línguas" e "profecias", e sugestões para que no final, se você não está bem informado, você se espante e corra para o palco para se “entregar” e se converter a seu messias-ídolo sacrificado.

Ah claro… dirão a você que estão te evangelizando e que o que te oferecem são “boas novas”... "Whatever", como dizem os gringos...

(ORAJ HAEMET.)

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já.

PREPARE-SE PARA FICAR CHOCADO: Aqui está o que a "Bandeira da Palestina" parecia em 1939...os que odeiam Israel não querem que este fato venha à tona








PREPARE-SE PARA FICAR CHOCADO:
Aqui está o que a "Bandeira da Palestina" parecia em 1939...os que odeiam Israel não querem que este fato venha à tona

>> Esta bandeira da Palestina de 1939 mostra que ela era reconhecida como uma entidade Judaica até mesmo naquela época, e que o nome "Palestina" historicamente se referia a uma região (assim chamada pelos Romanos depois de expulsarem os Judeus em 70 EC, usando o nome dos Filisteus , inimigos bíblicos dos Israelitas), não a um povo.

Não existiu uma nacionalidade Palestina antes dos anos 60, época em que foi inventada, com o intuito de reposicionar o que era, então, universalmente conhecido como o conflito Árabe/Israelense. Até a invenção dos "Palestinos", os Israelenses eram um povo minúsculo, cercado por um grande número de Árabes hostis; após esta invenção, os próprios "Palestinos" se tornaram o minúsculo e sitiado povo lutando contra os grandes e perversos Israelenses. Zahir Muhsein, membro do comitê executivo da OLP disse isso em 1977:

"O povo Palestino não existe. A criação de um estado Palestino é apenas um meio de continuarmos a nossa luta armada contra o Estado de Israel em pró de nossa unidade Árabe. Na realidade, hoje não existem diferenças entre Jordanianos, Palestinos, Sírios e Libaneses. É apenas por razões políticas e táticas que nós falamos hoje sobre a existência de um povo Palestino, uma vez que os interesses nacionalistas Árabes exigem que nós proponhamos a existência de um "povo Palestino" distinto, para se opor ao Sionismo. 

Por razões táticas, a Jordânia, que é um estado soberano com fronteiras definidas, não pode exigir abertamente Haifa e Jaffa, enquanto como um Palestino, eu posso exigir, indubitavelmente, Haifa, Jaffa, Beer-Sheva e Jerusalém. Contudo, no momento em que recuperarmos o nosso direito a toda Palestina, não vamos esperar nem um minuto sequer para unir Palestina e Jordânia."

Os Israelenses nunca cometeram o erro de entrar nesse jogo.

"Bandeira Palestina em 1939. Com o que ela parece? Surpreso?", Factual Israel, 14 de novembro de 2014 (graças a Pamela Geller):

Este é um dicionário Larousse Francês de 1939. No apêndice tem a lista de todas as bandeiras do mundo atualizadas da época em ordem alfabética. Você vai notar que a bandeira da Alemanha naquela época era a Nazista repleta de suásticas o que prova que esta era uma época pré-1945 (antes de 1945!).

Agora, por ordem alfabética, vejam a bandeira Palestina. Sim, existia uma. Com o que ela se parecia? Surpreso? Ah, mas você pensou que (Mandato Judaico) a Palestina era um Estado soberano Árabe-Islâmico, Turco, Circassiano que os perversos Judeus ocuparam, certo?

Confuso?

De 1920 a 1948 um (classe 'A' Mandato) Estado da Palestina existiu por força de lei internacional, mas era, como todas as suas principais instituições, Judaico. Até a década de 1960, o nome "Palestina" ressoava como algo Judaico aos ouvidos Europeus; os Muçulmanos rejeitavam o nome. A pátria Judaica de 4.000 anos, ou "Terra de Israel", ou "Terra Santa" eram todos sinônimos!!

Os Britânicos como Mandatários legais do Mandato administraram bem ou mal o estado parcialmente com o auxiliares judeus até estes recuperarem a soberania oficial em 1948, declarando a independência.

A ONU não recriou Israel como algumas pessoas afirmam. <<

Tradução postada por Ivan Kelner.

Fonte:
http://www.jewsnews.co.il/2015/06/26/prepare-to-be-shocked-here-is-what-the-flag-of-palestine-looked-like-in-1939-anti-israel-haters-dont-want-this-fact-to-come-out/

Mashiach na parashá Tzav. A missão de um judeu neste mundo

B"H.

Mashiach na parashá Tzav. A missão de um judeu neste mundo

Nossa missão na vida consiste em transformar a natureza mesma da realidade; nas palavras do Midrash, construir "uma morada para D'us nos planos inferiores". "Isso", escreve Rabi Shneur Zalman de Liadi no Tania, "é o homem, em resumo; este é o propósito de sua criação e da criação de todos os mundos": que transformemos os "planos" inferiores - o mundo natural, material, que, por sua natureza mesma, oculta o semblante de Seu Criador - em um habitat receptivo à verdade Divina, em um lugar no qual a bondade e a perfeição de D'us "se sintam em casa" e sejam a realidade dominante. Mas aqui vem o paradoxo, um círculo lógico aparentemente fechado: somos nós mesmos parte deste "plano inferior" que temos de transformar, ou estamos um degrau acima deste? Se somos parte do mundo material, como podemos verdadeiramente mudá-lo e elevá-lo? Como ensina o Talmud: "Um preso não pode libertar a si mesmo da prisão"; se ele mesmo está atado a seus parâmetros, de onde poderia derivar sua capacidade para superá-lo? Por outro lado, se o judeu é um ser totalmente transcendente, existindo para além dos limites da realidade natural, qualquer efeito que tenha sobre o mundo não pode considerar-se verdadeiramente "uma morada para D'us nos planos inferiores". Pois o mundo propriamente dito não terá sido transformado, só se terá visto constrangido por uma força superior. O verdadeiro significado de "uma morada nos planos inferiores" é que os "planos inferiores" mesmos mudam desde dentro. Para alcançar Seu objetivo na criação, D'us criou o judeu, um híbrido da realidade material e espiritual. Pois só incorporando essas duas realidades em nossas vidas podemos conquistar a nossa própria redenção e a de nosso mundo. Só embebendo do Alto para mudar desde dentro, podemos fazer de nosso mundo um lar para D'us.

(VIENEMASHIAJ.)

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já

A vinda do Mashiach é um princípio de fé no judaísmo




B"H

A vinda do Mashiach é um princípio de fé no judaísmo

A fé na vinda do Mashiach acompanha o povo judeu desde o princípio de sua existência. Um sem número de vezes é lembrada na Torá, nos livros dos Profetas, na Mishná e no Talmud. Na prática, ela também está incluída nos 13 Princípios da Fé Judaica, que cada um deve crer, e sem a fé nestes princípios não seríamos descritos como "crentes". Maimônides enumera a fé na redenção como o princípio número doze da fé judaica. Em muitas comunidades judaicas se costuma dizer todos os dias depois das tefilot: "Eu creio com fé completa na vinda do Mashiach e, embora ele possa demorar, aguardo todos os dias a sua chegada." No Sefer Mitsvot Katan (na primeira mitsvá positiva), está incluído este princípio de fé como parte inseparável do primeiro mandamento: "EU sou D'us...". E este é o texto: "Disseram os sábios, pergunta-se à pessoa após a sua morte: 'Aguardaste a redenção?' E onde está escrita esta mitsvá? A resposta é: Assim como cremos que D'us nos tirou do Egito, pois está escrito: 'EU sou D'us, Teu D'us, que te tirou da terra do Egito...', também EU quero que creiam em MIM, que EU sou D'us, vosso D'us, e no futuro os reunirei e os salvarei". O tema da redenção está implicado ao longo de toda a Torá escrita e oral. Na Escrita aparecem muitas profecias e promessas sobre a redenção. Por exemplo, no final do livro Devarim (Deuter.), profetiza Moisés o que ocorrerá no futuro ao povo de Israel, o exílio e a dispersão a todos os pontos cardiais, e logo profetiza a redenção, na qual todos os dispersos retornarão e se reunirão na terra de Israel: "Hashem, teu D'us, te trará com ELE de teu cativeiro, e Se compadecerá de ti, e te fará voltar, juntando-te dentre todas as nações, para onde Hashem, teu D'us, te espalhou." A profecia de Bilam fala mais que explicitamente sobre o reinado do Mashiach, que aparecerá e ressumbrará como uma estrela que ilumina repentinamente os céus. Os livros dos Profetas estão cheios de inúmeras profecias sobre a redenção. Entre os Profetas se sobressai especialmente Ieshaiáhu (Isaías), que merece o título de "Profeta da Salvação", pois relata com grande amplitude os últimos dias do exílio, os dias da redenção e o florescimento e atuar do Mashiach. Assim atravessa a fé na redenção como um fio condutor em toda a tradição judaica. Sua medida de centralidade no judaísmo podemos perceber mais profundamente nos livros de tefilot, que ultrapassam em exceso ao mencionar a redenção. Três vezes ao dia pronunciamos a tefilá da "Amidá", uma tefilá central e importantíssima, na qual pedimos nossas necessidades. Nesta tefilá há 19 bençãos, das quais 6 delas expressam os distintos aspectos da redenção: "Reunião dos dispersos de Israel, o retorno do Sanhedrin (Suprema Corte Rabínica), a reconstrução de Jerusalém e do Templo, a vinda do Mashiach, o retorno do serviço do Beit HaMicdash e da presença Divina em Tzion, e mais. Três vezes ao dia pedimos: "Que o descendente de David floresça rápido... pois Sua salvação aguardamos cada dia". A fé na redenção é a que deu força e encorajamento ao povo de Israel também nos momentos difíceis e obscuros da história. Inclusive, nos campos de extermínio cantavam nossos irmãos: "Eu creio na vinda do Mashiach". E expressavam com isto tremenda fé e esperança. Devemos nos imbuir desta fé, compreender sua centralidade na vida diária judaica, estudar seu significado e aguardar o grande instante que se concretize, realmente em breve.

(VIENEMASHIAJ.)

Traduzido do espanhol por 
"Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já.

O tema Mashiach explícito na Torá

B"H.

A Parashá Balac. O tema Mashiach explícito na Torá

"Uma estrela empreenderá o caminho de Yaacov, e surgirá um líder de Israel" (Bamidbar [Núm.] 24:17). A profecia de Bilam que aparece em nossa Parashá é um dos contados lugares do Pentateuco (Chumash) onde há claras alusões sobre a completa Redenção nas mãos do Mashiach. Este parágrafo é aberto por Bilam através da proclamação: "Vem, aconselhar-te-ei o que farás, e te avisarei o que este povo fará ao teu povo no fim dos dias." (Vers. 14) Em seguida, o texto prossegue com sua profecia sobre a era futura. No final de seu Código de Leis, o Yad HaChazaká, quando o Rambam trata sobre as leis do Rei Mashiach, escreve : "também na porção de Bilam, ele profetiza sobre dois mashiachim: o primeiro Mashiach que é David, que salvou Israel de seus opressores, e o último Mashiach que há de surgir de entre seus filhos e que salvará Israel dos filhos de Essav. Esta passagem relata:
'Eu o vejo, mas não agora' - este é David;
'Eu o vislumbro, mas não de imediato' - este é o Rei Mashiach;
'Uma estrela empreenderá o caminho de Yaacov' - este é David;
'e haverá de surgir um líder de Israel' - este é o Rei Mashiach;
'E quebrará os lados de Moav' - este é David;
'E dominará todos os descendentes de Shet' - esse é o Rei Mashiach."
Esta combinação entre David e o Mashiach requer explicação. Se se trata de salvadores de Israel, quem se encontra mais perto que todos do Mashiach é, à primeira vista, Moshé Rabeinu, sobre quem está escrito: "o primeiro salvador é o último salvador". Devemos dizer que, especificamente na relação com o Rei David que se expressa a característica essencial do que investe o Mashiach. Um dos pontos que o Rambam destaca nas leis é "que não suba em tua mente que o Rei Mashiach terá de fazer milagres e maravilhas e trazer novas criações para o mundo". O que o Mashiach fará? O Rambam detalha: "o Rei Mashiach se levantará e restituirá a monarquia à Casa de David, retornando-o a sua soberania inicial, e construirá o Sagrado Templo e reunirá os dispersos de Israel, e em seus dias voltarão a estar vigentes todas as leis como era antes". O Rambam nos disse aqui que a função principal do Mashiach é devolver a seu lugar a monarquia da Casa de David e conseguir a perfeição no cumprimento da Torá e das Mitsvot (que hoje não é possível alcançar). Por meio do mashiach restabelecer o Reino da Casa de David, construir o Templo Sagrado, e reunir os dispersos de Israel, que será dado ao povo judeu a possibilidade de voltar a viver uma vida judaica plena e íntegra, como foi nos dias do rei David.
Sendo que esta é a essência da função do Mashiach, também a forma de identificar o Mashiach está dentro deste esquema. O Rambam enfatiza que o Mashiach não precisa fazer sinais e maravilhas. Brinda-nos outro critério: "e se um rei surgir da Casa de David, que estuda a Torá e se ocupa das Mitsvot de acordo com a Torá escrita e oral como David seu pai, e conduzir todo Israel a caminhar nela, e reforçar suas brechas, e lutar as guerras de Hashem, etc.; poderemos com segurança considerar que este judeu é o Mashiach ("bechezkat Mashiach"). E quando completar exitosamente esta missão, e conquistar todas as nações em seu redor e construir o Templo Sagrado em seu lugar, e reunir os dispersos de Israel - esse definitivamente é o Mashiach". À luz do exposto, se entende com clareza a combinação do Rei Mashiach com o rei David. O reino de David representa a vida de Torá e Mitsvot em seu nível íntegro e completo, um nível de integridade que não existe em nossos dias, enquanto ainda estamos no exílio. A função do Rei Mashiach (pelo menos na primeira época a partir de sua chegada) é nos tirar desta situação e fazer voltar a perfeição faltante na vida da Torá e das Mitsvot. Ele reconstruirá o Sagrado Templo e possibilitará a todo o povo de Israel viver uma vida judaica plena. A isto aludiu Bilam em sua profecia, e isto esperamos ansiosamente e rezamos a Hashem cada dia.

(VIENEMASHIAJ.)

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já.

O que significa exatamente que o Mashiach nasceu em Tishá BeAv (em 9 de Av)?

B"H.

O que significa exatamente que o Mashiach nasceu em Tishá BeAv (em 9 de Av)?

O nascimento do Mashiach é no instante imediatamente posterior à destruição do segundo templo de Jerusalém (Beit Hamicdash), como é descrito no Talmud Yerushalmi (de Jerusalém) e no Midrash de Eicha que quando uma vaca mugiu uma vez o Templo foi destruído e quando de imediato a vaca mugiu novamente nasceu o salvador e libertador de Israel, o Melech HaMashiach. O conceito de "nasceu o libertador de Israel" é lógico dizer que não se refere a um parto ou nascimento biológico, pois não seria então imediatamente "o libertador de Israel", mas refere-se a sua revelação, que agora está pronto para libertar Israel na prática.

(VIENEMASHIAJ.)

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já.

13 PRINCÍPIOS DO MONOTEÍSMO

B"H.

SEJA UM VERDADEIRO MONOTEÍSTA, SEJA UM NOACHIDA (NOAHIDE, BNEI NOACH)

13 PRINCÍPIOS DO MONOTEÍSMO

Por Rav Ariel Groisman

“É minha convicção certeira que D'us é Um e Único, Criador de tudo e sempre Presente. ELE Sozinho criou, faz e fará tudo o que sustenta o universo” - Princípio de Fé #1 - Rambam

“É minha convicção certeira que D'us é Um e Único, Eterno, não há ninguém nem nada que se assemelhe a ELE. ELE é a Única DIVINDADE” - Princípio de Fé #2 - Rambam

“É minha convicção certeira que D'us não possue matéria, nem tem partes ou elementos. Nada físico O afeta, nem há imagem/figura/forma que O represente” - Princípio de Fé #3 - Rambam

“É minha convicção certeira que D'us é O Primeiro e O Último” - Princípio de Fé #4 - Rambam

“É minha convicção certeira que Só D'us é digno de ser adorado, nada nem ninguém mais merece adoração” - Princípio de Fé #5 - Rambam

“É minha convicção certeira que
todas as palavras dos profetas do Tanach são verdadeiras” - Princípio de Fé #6 - Rambam

“É minha convicção certeira que a profecia de Moshe nosso mestre é verdadeira, que ele é o principal dos profetas, não houve nem haverá outro do seu nível profético” - Princípio de Fé #7 - Rambam

“É minha convicção certeira que toda a Torá que está em nossas mãos é a que foi entregue a Moshe” - Princípio de Fé #8 - Rambam

“É minha convicção certeira que
esta Torá não será nem num ápice modificada nem mudada por outra, nem D'us revelará outra Torá” - Princípio de Fé #9 – Rambam

“É minha convicção certeira que D'us conhece todos os pensamentos e atos dos humanos” - Princípio de Fé #10 - Rambam

“ É minha convicção certeira que
D'us dá o Bem com Justiça, retribuindo com estrita justiça, premiando e sancionando, de acordo com os atos” - Princípio de Fé #11 - Rambam

“É minha convicção certeira que
o Mashiach virá e embora demore o aguardarei todos os dias” - Princípio de Fé #12 - Rambam

“É minha convicção certeira que
haverá resurreição dos mortos quando D'us assim o determinar, e então ELE será conhecido por todos na perpetuidade” - Princípio de Fé #13 - Rambam

Traduzido do espanhol.

Você agradeceu a D'us hoje pela sua comida?

Você agradeceu a D'us hoje pela sua comida?
Recita: "Bendito és Tu, D'us, Rei do Universo, Senhor deste Pão."

Por Rav Ariel Groisman.

Mashiach na parashá Reê

B"H

Mashiach na parashá Reê

Na parashá Reê, a Torá começa com uma frase estranha: “Vede! Hoje EU ponho uma benção diante de vocês” (Devarim [Deuter.] 11:26). A benção neste versículo não parece conter nada específico; melhor, é uma declaração completa que expõe todas as bençãos que D'us confere a cada indivíduo. Portanto, em primeiro lugar e mais importante, ela refere-se a maior benção de todas – a vinda de Mashiach. Ao usar o enfático “Vede!”, a Torá está nos dizendo que a Era Messiânica não é algo teórico nem acadêmico, mas sim algo que será evidente aos nossos olhos humanos, o que significa que podemos começar a vê-lo no mundo de hoje. (Dos ensinamentos do Rebe de Lubavitch.)

(VIENEMASHIAJ.)

Traduzido por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach já.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Pode um Judeu Crer em Jesus?



B"H.

Pode um Judeu Crer em Jesus?

POR ARON MOSS

Pergunta:

Hoje um indivíduo dos "judeus messiânicos" me importunou na praia. Ofereceu-me um novo testamento em iídiche e disse que muitos judeus já foram "salvos" aceitando Jesus como o Messias. Eu o ignorei. Nessa mesma tarde vi um grande anúncio no periódico do mesmo grupo. Minha pergunta é: Pode um judeu crer em Jesus?

Resposta:

Claro que um judeu pode crer em Jesus. Da mesma forma que um vegetariano pode saborear um grosso bife, um ativista da paz pode participar de uma manifestação violenta, e um ditador que prega o auto sacrifício pode se entregar a seus inimigos. Desde que a lógica e a coerência desapareçam, qualquer coisa faz sentido!

Penso que sua resposta a esse missionário foi a melhor — ignorá-lo. O missionarismo não é um fenômeno novo. Certas seitas cristãs creem que seu Messias retornará somente quando os judeus o aceitarem. Através da história, ameaçaram os judeus com morte, tortura e expulsão se não se convertiam ao cristianismo. Recentemente, os missionários apontaram aos mais frágeis de nossa comunidade — os imigrantes, os idosos e os indolentes — em uma tentativa de explorar sua vulnerabilidade. Todas estas tentativas tiveram pouco ou nenhum êxito. Tanto o religioso como o que não o é, os judeus são relutantes a abandonar seu judaísmo.

Então criaram um novo plano. Em lugar de converter os judeus, lhes ofereceriam seguir sendo judeus, e "completar" seu judaísmo aceitando a Jesus. Assim nasceram os "Judeus por Jesus".

Este é um movimento de não judeus que se apresentam como judeus utilizando nomes judaicos. Tem geralmente um membro judeu simbólico, que é invariavelmenteignorante de seu judaísmo no melhor dos casos ou psicologicamente desequilibrado no pior. São impostores.

Todas as religiões são livres para apresentar suas crenças no mercado aberto de idéias. Mas se tem que recorrer a táticas desleais como fazem os "Judeus por Jesus", então é porque não tem nada para oferecer a uma pessoa inteligente.

(JABAD/CHABAD.)

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Qual é a prova lógica que há Um Só D'us? [E o que significa que há Um Só D'us?]

B"H.

Qual é a prova lógica que há Um Só D'us?
[E o que significa que há Um Só D'us?]

POR RAV ARON MOSS

Pergunta:
Aceito que algum tipo de “Ser Superior” criou o universo. Mas por que não pode haver muitos desses seres? Existe alguma razão lógica para dizer que há Somente Um D'us?

Resposta:
A definição de D'us é: “UM 'SER' SEM DEFINIÇÃO”. D'us não pode ser definido, porque se eu O defino então eu O limito. E algo limitado não é D'us. Definindo algo, dou limites. Se por exemplo eu defino uma maçã como uma fruta doce redonda que é verde ou vermelha - sei que quando eu encontro uma fruta púrpura comprida, percebo que ela não pode ser uma maçã. Uma maçã se limita a ser redonda, vermelha ou verde. Essa é a sua definição.
D'us não pode ser definido, porque definindo-O você está dizendo que há algo que ELE não pode ser; mas isso não pode ser verdade, porque D'us é ilimitado.
É por isso que só pode haver Um D'us. Porque se você não tem uma definição, não há nada fora de você. Não pode haver “outro”.
Um exemplo: dois países vizinhos só podem ser chamados dois países quando há uma fronteira entre eles. Mas se um país não tem fronteira, se não há um lugar definido onde acaba e o outro país começa, como se pode dizer que há dois países? D'us não tem nenhuma fronteira, então, como pode haver mais de um deus? Onde está o fim do primeiro deus e onde o outro começa, se não existe nenhuma linha divisória entre eles?
O ato de criação é o ato de fazer as fronteiras e desenhar as definições: esta é uma maçã e não uma banana, esta é a terra e esse é mar. A criação tem definições. O CRIADOR não tem uma definição. Isso é o que O faz D'us. E é por isso que só pode haver apenas UM.

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

(JABAD/CHABAD.)

Os judeus acreditam no pecado?

B"H.

Os judeus acreditam no pecado?

A palavra pecado incita diferentes idéias segundo quem a escuta

Por Yanki Tauber

No caso de dizermos a palavra "pecado", diferentes perfis se evocarão na mente das pessoas. Para os do tipo do "fogo do inferno" a palavra lhes cheira a humilhação e carne queimada...
Aos do tipo "hedonista" lhes soa divertido. Outros pensam que é um conceito totalmente cristão, enquanto que outros o atribuem aos antigos hebreus. Para os Sábios do Talmud, o pecado é, sobretudo, um ato de estupidez. "Uma pessoa peca exclusivamente se um hálito de estupidez penetrou nela" - dizem.
Há alguns anos, eu costumava escrever manuais de instruções para o uso de eletrodomésticos. Esses livretos de 30 páginas que vêm na caixa com os microondas, chaves de fenda elétricas, etc. Era um trabalho muito chato, mas se pagava bem e me permitia escrever enquanto tinha um de meus filhos sentado no meu colo. O melhor era que não tinha que assiná-los.
Certo dia recebi uma carta que me encaminhou uma das empresas para as quais eu trabalhava, enviada por um cliente, e dizia assim: "Senhor, tenho na minha mão o manual que você escreveu e que recebi junto com minha câmera de vídeo. Estou indignado com a sua impertinência e audácia. Esta é minha câmera, que eu paguei com o meu dinheiro. Ela tem muitos botões, teclas e indicadores de luz. Como se atreve a me dizer quais botões apertar e o que fazer com eles? Eu posso apertar qualquer botão ou tocar as teclas a meu gosto. E quanto aos indicadores de luz, posso decidir - eu, e não você - o que é que indicam; e mais, se eu quiser posso ignorá-los. Atenciosamente, um cliente estúpido".
Claro que ele não assinou assim, mas poderia tê-lo feito e seria correto. Não é necessário dizer que não me incomodei em lhe responder.
Os Sábios do Talmud não viram demasiada diferença entre meu cliente tolo e o pecador padrão. Do seu ponto de vista, quando uma pessoa atua contrariamente às instruções de seu Criador, de como deve se viver a vida, seguramente cometerá um ato mau, malvado, egoísta, destrutivo, desafiante, covarde - de acordo com o caso. Mas, acima de tudo, o que estará realizando é algo profundamente estúpido.

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

(JABAD/CHABAD.)

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Creremos no Mashiach quando ele vir?

Crerá o povo no Mashiach quando ele chegar?
De acordo com o Midrash, não necessariamente. Por exemplo, um Midrash assinala que o Mashiach se revelará e depois se ocultará, antes de ser definitivamente reconhecido:
"Quem quer que crê nele e o segue estará contente com comer as raízes da vassoura e folhas de plantas..., enquanto que aquele que não o siga fará amizade com as nações...". Outro Midrash prevê que depois que as nações do mundo se provoquem uma a outra e o rei da Pérsia provoque ao rei da Arábia (acontecimentos que evocam as recentes revoltas no mundo e as guerras do Golfo), o rei messiânico se parará sobre o teto do Beit HaMikdash e informará a Israel: "Humildes, é chegado o tempo de vossa redenção!!" É óbvio que estas palavras não podem ser entendidas literalmente, como a continuação do Midrash o esclarece: "Se não crês, olhe Minha luz que EU faço brilhar sobre vós". Em outras palavras, o Mashiach encontra descrença e então mostra a Israel certo tipo de luz. Nas palavras do Midrash: "Nesse momento D'us faz brilhar a luz do rei Mashiach e de Israel". E esta luz que abrirá nossos olhos é a luz que estamos esperando.

(VIENEMACHIAJ.)

Traduzido do espanhol por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

Mashiach e a paz mundial definitiva

Uma das profecias da era Messiânica mais atraente e emocionante é a paz mundial. Os profetas descrevem um estado de coisas em que o povo judeu terá plena soberania e tranquilidade em sua pátria, a Terra de Israel, e que todas as outras nações do mundo também estarão em paz. Mas, parece que uma era como esta já foi experimentada – se bem que de maneira temporária – durante o reino do Rei Salomão, quando um rei sábio e justo foi capaz de aconselhar e de unir a todo o mundo em paz. Mas, o estado idílico somente durou os quarenta anos do reinado de Salomão. O que será diferente durante a era Messiânica para que permita que isto perdure?
Há duas posições que uma pessoa pode assumir contra o mal. Uma é simplesmente se distanciar do mal, enquanto que a outra é detestar o mal com todo o nosso ser, devido a nosso intenso amor pelo bem. O não detestar o mal permite que um sutil vestígio do mesmo possa continuar. Este mero potencial pode permanecer em estado de hibernação até que chegue um momento que esteja maduro para que emerja. Durante o tempo do Rei Salomão, o bem que se irradiava do Rei e do Templo Sagrado em Jerusalém era tão intenso que causou a suspensão da negatividade em todo o mundo. Mas não havia luz suficiente para vencer completamente o lado osbcuro. Os tiranos e os opressores do mundo antigo – e as sociedades corruptas que eles governaram – se abrandaram, mas não foram transformadas. Assim, depois da morte do Rei Salomão e do cisma da nação Israelita, o mal que estava temporariamente reprimido voltou a emergir. Na era Messiânica, o bem e a santidade que se irradiaram serão tão concretos que a negatividade se fundirá ao seu passo, transformando de maneira permanente a negatividade e convertendo o mundo num lugar de completa piedade e bondade.

(VIENEMASHIAJ.)

Traduzido do espanhól por "Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

domingo, 14 de junho de 2015

Messianismo, messiânico, meshichista. É o judaísmo uma "seita messiânica"?

Ocupar-se tanto no tema da redenção e da vinda do Mashiach não desprende um pouco de cheiro de seita messiânica?
Vivemos em uma geração de "slogans", nem sempre com um significado claro. A palavra "messiânico" sai de nós, os judeus, a diferentes contextos e a certos círculos e se transforma em uma palavra grosseira. Esta confusão conceitual se acentua ainda mais com o fato, que grupos evangelizadores, missionários cristãos se autodefinem como "judeus messiânicos", e como consequência a palavra "messiânico" adquiri um som não judaico. Por isso, deixemos de lado os "slogans" e falemos da essência do conceito. A fé na redenção-libertação universal que chegará através do Mashiach é um dos princípios do judaísmo. Todo o Tanach está cheio de profecias sobre a redenção. Maimônides a enumera como o princípio número 12 dos 13 princípios da fé judaica. Os livros de rezas judaicas tem incrustado do princípio ao fim orações e pedidos pela redenção. Os sábios da Torá Oral transmitem que uma das perguntas que recebe a pessoa quando chega ao "mundo da verdade" é: "Aguardaste a salvação?" Assim também afirma o Talmud: "É obrigação do judeu trabalhar para a aceleração da redenção e para a construção do terceiro Beit HaMikdash, e quem não viveu a reconstrução em seus dias é como se houvesse destruído durante sua vida."
Se isto é "messiânico" ou "messianismo", pois então o judaísmo é uma "religião" muito messiânica.
O fato que utilizam a palavra "Messias" (Mashiach) com usos imprópios, começando pelo cristianismo que argumenta que quem gerou sua religião era um "messias", e seguindo pelos falsos messias que surgiram ao longo das gerações e trataram de anular distintas mitsvot com o argumento que o messias já veio, e finalizando com grupos nas últimas gerações que buscaram tomar para si mesmos as missões do messias e gerar eles mesmos a redenção; não há em tudo isto algo como para desapropriar do judaísmo o conteúdo original e real do conceito.
Nós judeus cremos na vinda do Mashiach, aguardamos sua chegada, elevamos orações para terminar com os "cheblei Mashiach", as dores de parto que estamos vivendo e estamos obrigados a tudo para revelar a redenção e produzir que ela venha com facilidade e alegria.

(VIENEMASHIACH.)

Traduzido do espanhol por
"Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).

quinta-feira, 11 de junho de 2015

É NECESSÁRIO QUE O PROFETA ELIAHU (ELIAS) ANUNCIE A REDENÇÃO OU QUE OCORRA A GUERRA DE GOG E MAGOG?

PROFECIAS DO TANACH

É NECESSÁRIO QUE O PROFETA ELIAHU (ELIAS) ANUNCIE A REDENÇÃO OU QUE OCORRA A GUERRA DE GOG E MAGOG?

Como sabemos, Eliahu HaNaví (o Profeta Elias) anunciará a chegada do Mashiach, conforme o versículo: "Eis que vos mandarei o profeta Elias, antes que venha o grande e temível dia de Hashem." (Malachi [Malaquias] 3:23). Como dizemos no Bircat HaMazon (a Benção após as refeições): "Que O Misericordioso nos envie Eliahu, o Profeta, e que nos traga boas notícias, salvação e consolo."
Outro acontecimento vinculado com a redenção é a terrível guerra de Gog e Magog, que livraram muitas nações, com a batalha decisiva tendo lugar sobre as montanhas de Israel (Iechezkel [Ezequiel] Capítulos 38 e 39). Estes dois temas suscitam muitas perguntas: Quando chegará Eliahu? Ele anunciará a iminente chegada do Mashiach ou começará a desempenhar seu papel mais tarde? Como se libertará a guerra de Gog e Magog? E que papel desempenhará o povo judeu sobre ela?
Os midrashim apenas rondam o mistério e oferecem diferenças de opinião. É por isso que os que baseiam suas predições nestas fontes chegam a "livretos" muito contraditórios. Como acontece com qualquer tema, o enfoque correto se encontra na halachá (lei judaica).
Maimônides oferece uma solução clara nos desestimulando de se aprofundar nestas áreas, já que não são essenciais para a redenção e carecemos de informação suficiente para entendê-las.

Para Maimônides a definição de fé na chegada do Mashiach está expressada unicamente na aparição de um líder descendente do Rei David que cumpra as leis correspondentes a redenção. Todos os outros conceitos, como o anúncio do profeta Eliahu e a guerra de Gog e Magog, se sucederão, mas as suas formas e variáveis são secundárias e irrelevantes à verdadeira fé em sua chegada.

Texto extraído do livro La Era Mesiánica.
Copyright © Editorial Kehot Lubavitch Sudamericana.

(Vienemashiaj.)

Traduzido do espanhol por
"Bnei Noach"/"Noahides"/"Noa[rri]das" estudando a bíblia JUDAICA ou Tanach (obviamente, de acordo com o Judaísmo).